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Investimento Social Privado e o protagonismo do público interno


Investimento Social Privado e o protagonismo do público interno

Atualmente, o engajamento dos colaboradores em causas socioambientais tem se tornado parte essencial da estratégia das empresas que buscam relevância e impacto positivo. Por isso, mais do que ações pontuais, é primordial estruturar medidas que construam uma cultura organizacional na qual os funcionários se reconheçam como agentes ativos de transformação.

O “Guia do Investimento Social Privado para os mercados financeiro, de seguros e de capitais”, lançado a partir de uma parceria entre Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), B3 (Brasil, Bolsa, Balcão), CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras) e Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) também aborda a importância de mobilizar os públicos internos. Apesar de ser voltado aos  mercados financeiros, de seguros e de capitais, a publicação apresenta caminhos para que empresas de todos os segmentos possam integrar o Investimento Social Privado à sua estratégia de negócio, com foco na geração de impacto positivo.

O manual traz dados que mostram a relação das pessoas com empresas que assumem compromissos com a sociedade e o meio ambiente. De acordo com o Edelman Trust Barometer (2023), 78% dos  profissionais valorizam o papel social das empresas e consideram esse fator relevante na hora de procurar trabalho. Além disso, cresce a percepção de que organizações devem atuar de forma corresponsável na solução de desafios sociais e ambientais. De acordo com números da Pesquisa Doação Brasil (2022), 92% mais pessoas consideram as empresas como corresponsáveis pelas soluções dos problemas do país.

Portanto, o interesse dos colaboradores em relação ao tema já existe, o desafio está em transformar essa intenção em engajamento consistente, e para que isso aconteça, é fundamental estruturar ações que conectem o propósito da empresa aos interesses do público interno, envolvendo-os desde o início das iniciativas. Quando os colaboradores participam da construção das ações, estes deixam de ser apenas executoras e passam a atuar como protagonistas, fortalecendo o senso de pertencimento e empoderamento.

Outro ponto importante é criar espaços de escuta e diálogo em ambientes que incentivam a troca de ideias, como rodas de conversa, eventos internos e estratégias de comunicação claras. Tais ações ajudam a aproximar os colaboradores das causas e tornam o tema mais acessível no dia a dia, contribuindo para identificar interesses genuínos e alinhar as iniciativas às expectativas do time.

O estímulo ao voluntariado corporativo também desempenha um papel relevante nesse processo. Ao participar de ações de transformação positiva, os colaboradores vivenciam na prática o impacto gerado, o que fortalece o senso de propósito e possibilita o desenvolvimento de novas habilidades pessoais (soft skills) e profissionais.

Portanto, engajar colaboradores em causas socioambientais cria condições reais para que essa participação aconteça de forma significativa, de modo a fortalecer a cultura interna e também gerar impacto positivo para o mundo. 

Que tal fazer parte do Compromisso 1%?

O Compromisso 1% reúne empresas protagonistas na transformação positiva no Brasil, que compartilham a responsabilidade de contribuir de forma concreta com a sociedade. A iniciativa promove a destinação de pelo menos 1% do lucro líquido para organizações da sociedade civil, movimentos ou coletivos que atuem em prol de causas de interesse público.

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